Vivemos em pleno período pós-moderno, e o Brasil vive em uma decadência política. Infelizmente, a democracia não é um sinal do final do voto de cabresto, a classe baixa ainda se rende. Sem reconhecer a força que dominam. Gente brasileira, cheia de sonhos, mas alienados por uma limiar ideia de evolução influenciada por manipuladores, grupos de politicagem. Pessoas que vendem seu futuro por um caminhão de tijolos ou cinquenta reais. Que não tem consciência de seu papel na sociedade e de seus direitos de reivindicar juramentos e promessas não cumpridas. Loucura é perceber, que apesar do avanço educativo e econômico, somos feitos das vontades da minoria. Tal minoria que aproveita da ignorância e falta de visão da grande maioria e os torna robôs controlados por malditas palavras. Lábias sujas e corruptas que tendem a aumentar a esperança por um país melhor, coberto de igualdades sociais, mas acabam com a possibilidade da realização desses sonhos, muitas vezes, necessidades, na qual tanto alimentam, criam e inventam. Existem aqueles que não fazem parte da maioria, muito menos dessa tal minoria. São uma excessão, a geração da revolução. Para aqueles que ainda estão submersos num poço sem fim de estupidez, esses são a salvação. E o jogo de cartas marcadas, está chegando ao fim. Porque é chegada a manifestação e revelação dos filhos da justiça, a geração eleita. Justiça que provém de um Ser superior, único, venerável e misericordioso, mas acima de tudo, justo.
Eu faço parte dessa geração, fim ao jogo de cartas marcadas!
Eu faço parte dessa geração, fim ao jogo de cartas marcadas!